microchips
A identificação eletrônica de animais de companhia iniciou-se na Europa há cerca de 20 anos. Países como a Bélgica, a Dinamarca e a Espanha viram na identificação eletrônica um método idôneo para uma identificação animal correta, séria e eficaz, permitindo desenvolver o conceito de responsabilização dos proprietários dos animais e melhorando problemas como o abandono.

Consciente da responsabilidade que cabe a nós, primeiros criadores de  Bichon Havanês na América do Sul, pelo destino e   preservação da raça em nosso País, optamos por, a partir de novembro de 2004, utilizar um método seguro e eficaz de identificação para todos os filhotes procedentes de nosso canil.

Sempre fomos contrários à identificação através da tatuagem, pois, além de dolorosa, não oferece uma grande segurança, visto que, com o passar do tempo, ela se torna quase imperceptível e de difícil identificação.

A identificação de animais através de microchips é um método seguro e  aplicável à maioria das espécies como cães, gatos, aves, répteis e animais exóticos.

O microchips é constituído por um código exclusivo e inalterável, gravado a lazer e encapsulado num vidro cirúrgico e micro-revestido com uma capa de polipropileno bio-compatível e antimigratório, que tem o tamanho de um grão de arroz, com aplicação por via subcutânea.

Acreditamos que, em breve, teremos um banco de dados semelhante aos que estão instalados em diferentes países da Comunidade Européia, tais como Inglaterra, Bélgica, Espanha, Alemanha, etc.



Vantagens do Microchip


O microchips tem vantagens sobre os métodos tradicionais de identificação. Em relação às coleiras e etiquetas, estas podem ser perdidas ou retiradas. Alguns donos tatuam o endereço e o telefone, mas esse procedimento leva mais tempo e é mais doloroso para o animal e tem a desvantagem de se tornar inútil se houver uma mudança de endereço ou de telefone.

Para saber mais sobre identificação eletrônica visite o site da Partners.